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domingo, 1 de maio de 2016

ALMA PARTIDA – Sobre “O Médico e o Monstro”, de Robert Louis Stevenson

A ideia de que o Bem e o Mal convivem na alma do Homem volta e meia é tema na Literatura Universal. Mas nada foi tão significante quanto o caso de Jekyll e Hyde.



Capa da edição da Editora Nova Fronteira

sexta-feira, 1 de abril de 2016

OS DEZ PERSONAGENS (MASCULINOS) LITERÁRIOS INESQUECÍVEIS QUE ESTÃO NA MINHA ESTANTE


Afinal, o que seria das histórias clássicas sem seus personagens cativantes? Os masculinos principalmente, hehehe!





Ler sempre foi um dos meus maiores prazeres, desde que eu descobri as letras. Claro que em boa parte da minha infância os contos de fadas reinaram absolutos, mas assim que descobri os romances, não larguei mais. Muitas vezes, as pessoas fazem uma relação dos seus livros inesquecíveis, contudo, para mim, um romance não seria um romance sem os seus personagens, que fazem a história que está sendo contada ser gravada na lembrança para sempre. Alguns, de tão queridos, tornam-se inestimáveis, é como um amigo, ou até mesmo – por que não? – um desejo romântico. Por exemplo, ao invés de fazer mais uma lista entre tantas de livros favoritos, porque não fazer uma de personagens favoritos? Na proposta que faço neste post, listarei os meus personagens masculinos favoritos: sim, aqueles que invariavelmente se tornam um modelo de homem, mesmo que a pessoa negue isso até sob tortura. Duvido se até a mais taciturna das mulheres um dia não sonhou com um Mr. Wentworth ou mesmo um Odissseu, que enfrenta tudo e todos só para voltar aos braços da mulher amada. Secretamente, óbvio. Ninguém imagina os mistérios que o coração feminino pode guardar – maior que uma bolsa ou sapato da última moda, tenha certeza.

Quem me conhece sabe, não sou uma pessoa que se deixa levar por devaneios. Mas não sou de ferro, colegas. Quando abro um livro e me deparo com um personagem que, apesar dos pesares, é perfeito (alguns até demais), não consigo evitar imaginá-lo na minha frente, me fazendo pronunciar um “ooooown” ridículo em cada cena de amor. Sim, eu falo isso. Baixo, mas falo. Mesmo sendo uma pessoa prática e que adora a liberdade, eu ainda imagino ser a mulher por quem o meu número 1 se declara naquela cena da castanheira, fazer o quê. Claro que esses rompantes acabam na última página, porém isso não diminui nem um pouco o sorrisão que deve estar estampado na sua cara, se perguntando como eu posso ser tão boba.

Começando a lista, em ordem decrescente:




quarta-feira, 1 de abril de 2015

OUTROS ESCRITOS - OPINIÃO: Sobre polêmicas e boicotes. Precisa disso?

Ou como o extremismo que tanto está em voga só rende argumentos pouco convincentes seja na Literatura, no Cinema ou na Televisão

                    

sábado, 2 de agosto de 2014

COMO ÁGUA E VINHO – Sobre “Norte & Sul”, de Elizabeth Gaskell

Um romance bem escrito quase sempre nos ajuda a compreender a História. Principalmente quando o autor ou autora vivenciou aquilo que descreveu.

 
Capa da edição brasileira, Editora Landmark


sexta-feira, 20 de junho de 2014

OUTROS ESCRITOS - OPINIÃO: Se você quer romance...

Um casal não deveria ser o alicerce de uma história. E poucas são as produções que não fazem isso.

                                   

quinta-feira, 20 de junho de 2013

UM SENHOR OTIMISTA – Sobre “Senhora”, de José de Alencar

            Amor, traição, casamento, tensão sexual, dinheiro... Eis os ingredientes da obra que, na minha opinião, é a mais completa do romance romântico brasileiro. Tinha que ser o José de Alencar mesmo!

Capa do livro, Editora FTD.

           Conta a boca miúda que, muitos anos atrás, num programa de auditório qualquer, o apresentador perguntou à plateia que personagem literária tinha “olhos de ressaca”; ninguém soube dizer. Porém, quando perguntou quem era “a virgem dos lábios de mel”, os presentes responderam em uníssono: “Iracema”. Tal é a força de José de Alencar, de longe o maior autor da fase romântica da Literatura Brasileira.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

OUTROS ESCRITOS - OPINIÃO: A polêmica de "CAÇADAS DE PEDRINHO", de Monteiro Lobato


No filme “V de Vingança”, baseado nos quadrinhos de Alan Moore, a sociedade ali retratada vive sob o domínio de um governo tirânico que, em nome da “moral”, diz o que deve ser lido, assistido, informado e até a quem se deve amar. O protagonista, um homem mascarado de codinome V, antes de praticar uma série de atentados contra o governo ditatorial, leva uma jovem, Evie, até uma galeria subterrânea onde estão inúmeras obras de arte, esculturas, pinturas, vinis, filmes e livros que escaparam de serem incineradas pela censura do governo. Lá, empilhadas, está toda a cultura do mundo, que não pode ser usufruída pela população por conter ideias “obscenas”, “subversivas” e “imorais”.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

ENTRE LUZES E SOMBRAS - Um primeiro olhar sobre "Jane Eyre", de Charlotte Brontë

"Leitor, eu me casei com ele.” A frase que abre o último capítulo de “Jane Eyre” é uma das mais marcantes da Literatura. Mas até chegar ao final feliz, a protagonista passa por muitos percalços.