terça-feira, 24 de junho de 2014

OUTROS ESCRITOS – CRÔNICA: A Copa das Copas – A história do começo de uma paixão infantil.

É assim que começa!


Meus pais não tiveram meninos. Deus quis que eles só tivessem duas meninas, minha irmã, Etiane, e eu. Vestidos, lacinhos, bonecas. Mas também havia carrinho. E BOLA. Em todas as fases da minha vida, sempre convivi com bola do tipo “dente de leite”, aquela que, apesar de fazer a felicidade da criançada, nunca durava uma semana. Meu pai não pôde me ensinar muita coisa – garimpeiro, vivia distante da família – e eu também era PÉSSIMA. Sempre tropeçando, o que me valeu o apelido de “pé de gancho”, cortesia da minha irmã. Era 1990, ano de Copa do Mundo, apesar de na época, com 7 anos, não saber o que significava. Contudo, todo mundo em casa parecia saber. Lembro que foi a única vez na vida que vi minha irmã num acesso de raiva, e não imaginava o motivo; era alguma coisa contra a Argentina. Sim, vocês imaginam o que era.


sexta-feira, 20 de junho de 2014

OUTROS ESCRITOS - OPINIÃO: Se você quer romance...

Um casal não deveria ser o alicerce de uma história. E poucas são as produções que não fazem isso.

                                   

terça-feira, 18 de março de 2014

OUTROS ESCRITOS - CRÔNICA: A noite da gata

Há coisas que não precisam de explicação. Só de instinto.

Sou do tipo que não vive sem um bichinho de estimação. O animal tem essa coisa que fascina e cativa os humanos, que é a capacidade de tornar-se um companheiro desinteressado, contanto que o dono nunca esqueça a ração. Por mais que afirmemos para nós mesmos que nunca mais teremos um pet, porque dá muito trabalho, não resistimos quando o bichinho nos olha com um olhar sedutor ou vem andando até nós fazendo festinha. Não temos escolha a não ser nos derreter de amor, e eu me incluo nessa situação. Desde 2010 tenho uma fofurice chamada Cissa, uma gata mestiça de siamês com vira-lata, uma coisa tão cute de se ver, meio branca, meio cinza, ou mesclada, como gosto de dizer, com olhos azuis muito claros e uma personalidade única. Ela lembra demais a minha mãe (que Deus a tenha): linda, cara de brava e SUPER desconfiada. Qualquer um que entre em casa e que não seja da família ou só a vê de relance, porque ela se esconde, ou fica incomodado com o olhar que ela lança. Como eu disse, personalidade única.



quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

AS DEZ CENAS DE FILMES QUE MARCARAM A MINHA MEMÓRIA

Quem gosta de cinema sempre tem aqueles filmes que marcaram mais do que outros. Essa é a minha lista!


 

Eu já revelei dias atrás que a minha paixão pelo cinema surgiu quando eu tinha quase dez anos. De lá para cá, assisti a tantos que nem atento ao número exato de produções que passaram pela minha retina míope. Mas, mesmo com cinco graus em cada olho e ainda 1,25 de astigmatismo na visão esquerda, nada me impediu que eu apreciasse filmes, dos maravilhosos aos nem tanto assim, e alguns deles me marcaram com cenas que simplesmente imprimiram-se na minha memória. Quando alguém me pergunta qual é o meu filme preferido, eu respondo que tenho vários. Eis abaixo aqueles que não saem da minha lembrança – a famosa lista dos dez favoritos. Começando em ordem decrescente...