Quando foi que
deixamos de conversar uns com outros?
segunda-feira, 30 de junho de 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
OUTROS ESCRITOS – CRÔNICA: A Copa das Copas – A história do começo de uma paixão infantil.
É assim que começa!
Meus pais não tiveram meninos. Deus quis que eles só
tivessem duas meninas, minha irmã, Etiane, e eu. Vestidos, lacinhos, bonecas.
Mas também havia carrinho. E BOLA. Em todas as fases da minha vida, sempre
convivi com bola do tipo “dente de leite”, aquela que, apesar de fazer a
felicidade da criançada, nunca durava uma semana. Meu pai não pôde me ensinar
muita coisa – garimpeiro, vivia distante da família – e eu também era PÉSSIMA.
Sempre tropeçando, o que me valeu o apelido de “pé de gancho”, cortesia da
minha irmã. Era 1990, ano de Copa do Mundo, apesar de na época, com 7 anos, não
saber o que significava. Contudo, todo mundo em casa parecia saber. Lembro que
foi a única vez na vida que vi minha irmã num acesso de raiva, e não imaginava
o motivo; era alguma coisa contra a Argentina. Sim, vocês imaginam o que era.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
OUTROS ESCRITOS - OPINIÃO: Se você quer romance...
Um casal não deveria ser o alicerce de uma história. E poucas são as produções que não fazem isso.

terça-feira, 17 de junho de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
OUTROS ESCRITOS - CRÔNICA: A noite da gata
Há coisas que não
precisam de explicação. Só de instinto.
Sou
do tipo que não vive sem um bichinho de estimação. O animal tem essa coisa que
fascina e cativa os humanos, que é a capacidade de tornar-se um companheiro
desinteressado, contanto que o dono nunca esqueça a ração. Por mais que
afirmemos para nós mesmos que nunca mais teremos um pet, porque dá muito trabalho, não resistimos quando o bichinho nos
olha com um olhar sedutor ou vem andando até nós fazendo festinha. Não temos
escolha a não ser nos derreter de amor, e eu me incluo nessa situação. Desde
2010 tenho uma fofurice chamada Cissa, uma gata mestiça de siamês com
vira-lata, uma coisa tão cute de se
ver, meio branca, meio cinza, ou mesclada, como gosto de dizer, com olhos azuis
muito claros e uma personalidade única. Ela lembra demais a minha mãe (que Deus
a tenha): linda, cara de brava e SUPER desconfiada. Qualquer um que entre em
casa e que não seja da família ou só a vê de relance, porque ela se esconde, ou
fica incomodado com o olhar que ela lança. Como eu disse, personalidade única.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
AS DEZ CENAS DE FILMES QUE MARCARAM A MINHA MEMÓRIA
Eu
já revelei dias atrás que a minha paixão pelo cinema surgiu quando eu tinha
quase dez anos. De lá para cá, assisti a tantos que nem atento ao número exato
de produções que passaram pela minha retina míope. Mas, mesmo com cinco graus
em cada olho e ainda 1,25 de astigmatismo na visão esquerda, nada me impediu
que eu apreciasse filmes, dos maravilhosos aos nem tanto assim, e alguns deles
me marcaram com cenas que simplesmente imprimiram-se na minha memória. Quando
alguém me pergunta qual é o meu filme preferido, eu respondo que tenho vários.
Eis abaixo aqueles que não saem da minha lembrança – a famosa lista dos dez
favoritos. Começando em ordem decrescente...
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
OUTROS ESCRITOS - OPINIÃO: A onda das “sagas literárias” que morrem na praia
Histórias longas já
estão me cansando. E quanto a vocês?
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